terça-feira, 14 abril, 2020

Alex Lima propõe batizar Concha Acústica de Moraes Moreira

O nome do cantor e compositor Moraes Moreira, que faleceu na segunda-feira (13), pode batizar a Concha Acústica do Teatro Castro Alves de Salvador. Este é o desejo do deputado estadual Alex Lima (PSB), que protocolou indicação para nomear o espaço com o nome do artista. “É uma justa homenagem, diante de toda contribuição que Moraes Moreira deixou pela cultura baiana. É impossível falar sobre a música baiana sem citá-lo. É um grande ícone da música e do carnaval baiano”, justificou.

 

Para o deputado a história do artista, junto ao Novos Baianos, está diretamente ligada à Concha Acústica. “Os Novos Baianos, fizeram grandes apresentações na Concha, com os eventos de verão dos anos 70. Anos depois o grupo se reencontrou e escolheu a Concha Acústica para surpreender os fãs. E é por isso que o espaço deve levar seu nome. Para que a Bahia e o Brasil saibam que ali passam grandes ícones da arte, como Moraes Moreira”, completou.

 

TRAJETÓRIA – Nascido em Ituaçu, interior da Bahia, Antônio Carlos Moreira Pires foi morar em Salvador ainda jovem, onde estudou no Seminário de Música da Universidade Federal da Bahia, mesmo local onde conheceu os futuros companheiros dos Novos Baianos. Uma vida inteira dedicada à música e à cultura popular. Em 1976, já em carreira solo, Moraes Moreira tornou-se o primeiro cantor de trio elétrico, ao subir no trio de Dodô e Osmar, e cantou a música “Pombo correio”, sucesso na época. No total, ele lançou mais de 60 discos entre a carreira solo, Novos Baianos, Trio Elétrico Dodô e Osmar, além da parceria com o guitarrista Pepeu Gomes. Aos 72 anos, Moraes Moreira morreu em casa, no bairro da Gávea, no Rio de Janeiro, após sofrer um infarto agudo do miocárdio.

Ascom Alex Lima

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